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A faculdade brasileira que vai abrir campus em Miami (e cobra mais que Harvard)

3 min de leitura Copy Studio

O que essa faculdade brasileira tem para ser a primeira a abrir campus nos Estados Unidos? A Link School of Business, fundada em São Paulo, começa as aulas em Miami em agosto — e a história dela explica o porquê.

Prepare-se para o número: a anuidade em Miami é de US$ 98 mil — mais cara que Harvard. Uma faculdade brasileira cobrando mais que a universidade mais famosa do mundo, em solo americano.

  • o que torna a Link a 1ª faculdade brasileira com campus nos EUA;
  • por que a anuidade supera a de Harvard;
  • o modelo de ensino com aceleradora e intercâmbios inclusos;
  • a lição de posicionamento por trás do preço.

A notícia: a primeira faculdade brasileira com campus nos EUA

A Link School of Business, nascida em São Paulo, abre as portas em Miami em agosto. É a primeira vez que uma faculdade brasileira monta um campus em território americano — e ela já chega cobrando caro.

US$ 98 mil por ano: mais cara que Harvard

A mensalidade é quase o dobro de FGV e Insper, e mesmo assim a Link virou a escola de negócios mais disputada do país. Preço premium, posicionamento premium.

O modelo: estudar fora é parte da grade

Estudar fora não é opcional — é parte da grade. Os alunos passam períodos em Harvard, Stanford, no Instituto Disney, em Londres, Tel Aviv e Xangai, tudo incluso na mensalidade.

Uma grade fora do comum: venture capital, direito societário e etiqueta

De manhã, aulas de venture capital, direito societário e até etiqueta. À tarde, os alunos vão para a aceleradora da própria faculdade — construir a empresa deles de verdade.

Aceleradora com dinheiro de verdade

A Link investe R$ 5 milhões por semestre nos negócios dos próprios alunos. Resultado: mais de 200 empresas criadas por estudantes, com mais de US$ 80 milhões captados. Tem aluno pagando a mensalidade com o faturamento da própria empresa.

Não é clube fechado: bolsas de até 100%

O fundador, Álvaro Schocair, resume sem modéstia: “provavelmente a faculdade mais empreendedora do mundo”. E há um fundo de bolsas nos moldes de Stanford, com financiamento de até 100%.

Miami é só o começo: expansão para Europa e Ásia

A Link já aprovou captação para abrir campi também na Europa e na Ásia. Uma faculdade brasileira com plano de expansão global. Leia essa frase de novo.

A lição: posicionamento por modelo, não por preço

A Link não cobra mais que Harvard por arrogância — cobra porque entregou um modelo que ninguém mais entrega. O preço é consequência do posicionamento. A lição para qualquer marca: quando você constrói algo genuinamente diferente, o preço deixa de ser objeção e vira sinal de valor.

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